31 de ago de 2007

Degustação no Restaurante Olimpo


Você não conhece o Restaurante Olimpo, em Niterói? Então pegue a barca e vá correndo conhecer, antes que algum apagão marítimo nos impeça também de navegar!

O Olimpo fica na estação das barcas de Charitas, um conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer. É uma típica obra de nosso arquiteto-mor, arrojada, cheia de curvas e, à noite, iluminada de azul, destacando-se sobre a baía de Guanabara. A visão é emocionante e foi assim com essa emoção que nós - Sônia Antônia, Tarcísio e eu - chegamos para a degustação oferecida pelo restaurante.

Com apresentação de Paulo Nicolay e patrocínio da Expand, a degustação apresentou três vinhos de excelente relação custo x benefício para o dia-a-dia:




  • Norton DOC Malbec 2004, da Argentina
  • Concha y Toro Trio Cabernet Sauvignon + Syrah + Cabernet Franc 2005, do Chile
  • Vinibrasil Paralelo 8 Super Premium, do Vale do São Francisco

    Foi a primeira vez que tive a oportunidade de assistir a uma palestra do Paulo e fiquei bastante impressionado com seu profundo domínio do assunto aliado a um linguajar leve, simples e interessante, como a ocasião exigia.

    A degustação foi acompanhada por cestinhas de pães, quentinhos e variados, que empurravam com a barriga a fome que nos assaltava.

    Terminada a degustação, corremos todos para o jantar. Com um cardápio sofisticado e acessível e uma excelente carta de vinhos, o Olimpo faz jus ao nome. Comemos e bebemos como deuses!


    O restaurante é lindo, com grandes janelões que descortinam a paisagem e, de quando em quando, uma cascata de água escorre pelos vidros, criando um ambiente ao mesmo tempo misterioso e romântico.

    Mas se você não quiser jantar, o Olimpo também tem um bar, mais bonito ainda, com azulejos decorados com os traços simples e dramáticos do mestre Niemeyer.

    Oscar Daudt
  • 27 de ago de 2007

    A história do vinho mal guardado


    Muito embora eu seja, hoje em dia, um tarado por vinhos, só beba vinhos, só pense em vinhos, só leia sobre vinhos, respire vinho, este é um fenômeno recente. Até 4 anos atrás, eu só bebia vinho por obrigação.

    Portanto, foi uma surpresa para mim, ao revirar um armário que eu nunca visito, encontrar bem no fundo uma garrafa de vinho. Não faço idéia de onde ela surgiu. Mas com certeza, estava há mais de 4 anos lá, esquecida. Empoeirada, rótulo mofado e.... sacrilégio dos sacrilégios, em pé!

    Era um Vinho Regional Alentejano, Tinto da Ânfora, safra 1996, da JP Vinhos. (Pela safra, eu poderia imaginar que o vinho deveria estar lá desde 1998!) As castas eram Periquita (aparentemente, naquela época, ainda não se chamava Castelão), Trincadeira Preta, Aragonez, Moreto e Alforcheiro (escrita desse jeito mesmo). O rótulo ainda anunciava que o vinho iria se beneficiar com 10 anos de guarda cuidadosa. Bem, no fundo de um armário e em pé, não é exatamente o que se chama de guarda cuidadosa!

    O vinho em si, tinha tudo para ser e estar maravilhoso, se não fosse o desleixo na guarda. Mas há 10 anos atrás, eu nem sabia que o vinho deve ser guardado deitado!

    Abri quase que imediatamente, curioso que estava para ver o estado de conservação, muito embora eu tivesse certeza de que deveria estar quase que um "aceto balsamico".

    A rolha estava perfeita! Seca, é claro, mas não mofada ou apodrecida.

    A cor era de grande evolução! Uma cor castanha, com reflexos alaranjados. Transparente e sem depósito nenhum!

    Os aromas eram, é claro, também de evolução. Muito embora houvesse uma leve nota de oxidação, o que sobressaía eram o couro, a caça, a terra, o café e o tabaco! Como diria o suicida, ao passar pelo terceiro andar: "Até aqui, tudo bem!"


    E na boca? Sápido, macio, pouco encorpado, sem taninos e... delicioso!!!! Aleluia!

    Será que essa história derruba alguns mitos ou eu simplesmente dei a sorte de encontrar uma rolha mais que perfeita?

    Sei lá. Mas que foi uma experiência muito gratificante, isso foi!

    Oscar Daudt

    23 de ago de 2007

    Wine Library TV

    Prezados leitores,

    A Wine Library TV é uma série de episódios sobre degustações de vinhos. É uma empreitada respeitável, pois possui, até o momento, 299 vídeos apresentados por Gary Vaynerchuk em que ele descreve os vinhos, seus aromas, seu paladar, normalmente fala a pontuação obtida nas revistas especializadas, conta os preços vigentes nos Estados Unidos, enfim, tudo o que a gente gostaria de saber.

    Como nada é perfeito, é claro que os vídeos são em inglês! Mas para quem consegue entender, é um prato cheio, ou melhor, uma taça cheia! De tempos em tempos, vou escolher um episódio e disponibilizar em nosso blog.

    Como não poderia deixar de ser, o primeiro vídeo escolhido fala dos meus estimados Amarones. Gary analisa os seguintes vinhos:

  • Cecilia Beretta Amarone Terre Di Cariano 2000
  • Bertani Amarone 1998: esse é o mesmo vinho que provamos no almoço da Casa Flora (relembre aqui) em julho passado, no Terzetto, só que o nosso era da safra 1999
  • Allegrini Amarone 2000



    Divirtam-se!


    Oscar Daudt
  • 22 de ago de 2007

    Chile, Terra do Vinho


    Prezados leitores,

    Deixem seus comentários sobre esse magnífico evento, realizado em 20/08/2007, no Hotel Sheraton Rio.

    Um abraço,

    Oscar Daudt

    Perfume não combina com degustação!


    Prezados leitores,

    Há alguns dias, nosso colega Jorge Barbosa postou no forum da ABS a seguinte mensagem:

    "Ao participar de degustações, gostaríamos de sentir apenas os aromas do vinho!

    Evitem comparecer a estes eventos, banhado(a)s de água de colônia e perfumes.

    Nesta última degustação da ABS foi difícil de separar os aromas!!!!
    "

    Recentemente, compareci a uma outra degustação e passei pelo mesmo problema. Realmente, uma pessoa perfumada, perto de você, prejudica bastante a análise do vinho!

    Portanto, estou aderindo à campanha do Jorge e pedindo que todos divulguem essa idéia para que possamos melhor desfrutar de nossos vinhos!

    Um abraço,

    Oscar Daudt

    21 de ago de 2007

    Degustação Miolo


    Confesso que a viagem virtual pela Miolo me encantou – e seus vinhos surpreenderam muitíssimo...

    Sexta a noite, fui a ABS Flamengo incrédula.
    Miolo era sinonimo, até aquela noite, de vinhos simples, sem grande expressão e nada mais.

    Inicia a apresentação da Miolo Wine Group e fico surpresa. Tecnologia e elegância, assim definiria a Miolo que descobri – ou me permiti conhecer.


    Os vinhos da noite foram:

  • Gran Lovara, 1999 (Serra Gaúcha/RS)

  • Quinta do Seival Cabertet Savignon, 2005 (Campanha/RS)

  • Merlot Terroir, 2004 (Vale dos Vinhedos/RS)

  • RAR, 2004 (Campos de Cima da Serra/RS)

  • Lote 43, 2004 (Vale dos Vinhedos/RS)


  • A sala é tomada por um aroma agradabilissimo, assim marca sua chegada o Gran Lovara.
    Cor encantadora, um vermelho rubi escuro intransponível – uma bela “mistura” das uvas Cabernet Savignon, Merlot e Tannat. Porém é seu aroma que brinca no ar. Extremamente aromático, as frutas vermelhas maduras marcam bem este vinho.
    Na boca, bem estruturado, acidez equilibrada e taninos já finos, isto é, a língua fica seca, mas nada áspera. Mostra-se presente na boca, diria um vinho “carnudo”.

    Quinta do Seival é um vinho quente. Sente-se um certo trufado em seu aroma, fundo de copo mostra o “doce” caramelo extraído de sua “estadia” em barrica americana por um ano. Contudo taninos ainda marcantes.

    A produção na região do Vale do Vinhedos impressiona pela tecnologia empregada, mas que não suplantou a bela natureza. Ali nasce o tão esperado da noite Lote 43 como, também, o Merlot Terroir. Este vinho chamou atenção por duas particularidades: o toque de mentol que “abre” o olfato assim que o aproximamos do nariz, mas pelo belo aroma de rosas do fundo de copo.

    RAR é produzido numa das regiões mais altas e frias do Brasil, mas o vinho é elaborado no Vale dos Vinhedos. Envelhece 1 ano em barrica de carvalho e mais um ano em garrafa. Características que chamam atenção: um toque sutil de eucalipto, especiarias e presença de aromas vegetais.

    Lote 43 vinho que causou grande surpresa. Já tinha ouvido falar do ícone da Miolo, especialmente a safra 1999. Provamos sua última safra elaborada, uma vez que, segundo enólogo da Miolo, os vinhos tops não têm a “obrigação” de produção constante, mas de excelentes safras. Completamente diferente dos vinhos anteriores, este tem um vermelho tendendo ao castanho diria. Uma cor muito bonita e diferente. Impressionou seu aroma bem sutil de café. Ainda ácido e com taninos marcantes. Merece envelhecer mais alguns bons anos, mas mesmo assim impressiona muitíssimo!

    Nesta degustação descobri vinhos nacionais atraentes.
    Elegeria o Gran Lovara 1999 o presente da noite: aroma marcante e envolvente na boca.



    Onde encontrar:
    http://www.miolo.com.br/

    SAC: 0800 9704 165

    17 de ago de 2007

    Ave Amarone!


    Nosso grupo de degustação da ABS fez uma reunião cujo tema era Valpolicella!

    Muitas vezes, acostumados com a grande quantidade de vinhos medíocres que essa região italiana coloca no mercado, esquecemos que ela também é berço de grandes e saborosos vinhos! E nós tivemos uma prova disso.

    A noite começou com um Valpolicella Classico Speri 2004, vinho de 8 euros recomendado pela Gambero Rosso como uma boa relação custo x benefício. Um vinho agradável, mas que pedia uma macarronada para acompanhá-lo. E que, coitado, foi fulminado pelas maravilhas que o seguiram.

    O segundo vinho era o La Casetta Ripasso 2000, do Domìni Veneti. Vinho em seu apogeu, equilibrado, complexo, exuberante. Albino e eu ficamos fãs desse vinho, mas não sabíamos o que nos esperava a seguir!

    Nada mais, nada menos do que um Amarone em todo o seu esplendor! Bem, eu sou suspeito para falar, pois o Amarone é meu vinho predileto e acho que, só de ler o rótulo, já dou nota 100 para ele. Mas esse era excelente! Um Amarone della Valpolicella Classico I Castei Campo Casalin 1999, de Michele Castellani, com seus 15,5% de álcool. Era um monumento! Muito intenso, muito persistente, tinha camadas e camadas de aromas, chocolate, couro, café, amêndoas, figo, baunilha e por aí vai!

    Bem, depois desse vinho, eu não precisava de mais nada, poderia ir para casa direto sonhar com ele. Mas nosso orientador, Roberto Rodrigues, ainda nos proporcionaria mais um excelente vinho. Um Recioto della Valpolicella 1999, também do Domìni Veneti, vinho de sobremesa, com encantadores aromas de frutas secas, mel, goiabada, cassis.

    E para acompanhá-lo, Albino levou um autêntico bolo de rolo pernambucano, uma das melhores sobremesas da cozinha nordestina (para quem não conhece um bolo de rolo, a foto está acima).

    E olhem só a satisfação de todos, na foto abaixo, depois de beber o Amarone: Solange, Dionello, Maria Luiza, Roberto, Maria Lúcia, Polzin e Albino.

    14 de ago de 2007

    Promoção dos Vinhos Misiones de Rengo


    Prezados leitores,

    Na edição de junho da Decanter inglesa, foi feito um painel com 144 Carmenère e Merlot chilenos. Apenas 3 receberam a glória máxima das 5 estrelas! Um dos 3, foi o Misiones de Rengo Cuvée Carmenère 2005.

    Eu sempre via essa linha de vinhos no Zona Sul e não dava muito bola para ela, pois aquele rótulo em formato de cruz me parecia apelativo. Mas, como eu sou muito impressionável com boas avaliações, comprei esse vinho por cerca de R$70,00. E postei a notícia no forum da ABS.

    Em resposta, Homero Sodré me recomendou o Misiones de Rengo Reserva, muito mais barato (cerca de R$29,00) e ainda de excelente qualidade. Comprei e achei maravilhoso.

    Pois agora, esta semana, esses vinhos estão em oferta no Zona Sul! Vejam só:

  • Misiones de Rengo Cabernet Sauvignon, de 19,98 por 18,50
  • Misiones de Rengo Carmenère, de 21,50 por 18,50
  • Misiones de Rengo Reserva Cab. Sauvignon+Syrah, de 28,98 por 23,99
  • Misiones de Rengo Reserva Carmenère, de 28,98 por 26,99
  • Misiones de Rengo Cuvée Carmenère, de 69,93 por 58,50
  • Misiones de Rengo Cabernet Sauvignon Cuvée, de 69,93 por 58,50

    É para sair correndo e fazer seu estoque! Eu já fiz o meu!

    Oscar Daudt
  • 12 de ago de 2007

    Festa de lançamento da SBAV-Rio


    Prezados leitores,

    A festa da lançamento da SBAV-Rio foi inesquecível.

    Deixe aqui seus comentários.

    Um abraço,

    Oscar Daudt

    10 de ago de 2007

    Uvas tintas preferidas pelos leitores do EnoEventos


    Os leitores do EnoEventos manifestaram suas preferências em relação às castas tintas. A nossa campeã foi a Carmenère, mostrando a força que o Chile exerce em nosso mercado, com seus produtos de excelente qualidade e preço convidativo. Dos 76 votos computados, essa casta ficou com 17 (22% das preferências). A seguir, vieram a Cabernet Sauvignon, com 14 votos e a Pinot Noir com 13 votos.

    A tabela completa de votação foi a seguinte:

    Carmenère = 17
    Cabernet Sauvignon = 14
    Pinot Noir = 13
    Syrah = 11
    Merlot = 8
    Tempranillo = 5
    Malbec = 4
    Sangiovese = 2
    Tannat = 1
    Touriga Nacional = 1

    Vinho em Julgamento


    Imagine-se dando notas em vinhos julgados pelos grandes críticos de vinhos do mundo...

    Acabo de participar de uma degustação, na ABS Flamengo, orientada impecavelmente por Celio Alzer, onde pude experimentar cinco excelentes vinhos julgados por críticos que, muitas vezes, influenciam até mesmo em características de vinho de grandes produtoras, o crítico Robert Parker é um destes, por exemplo.

    Os vinhos da noite foram:



    • Riesling Langeloiser Kamptaler Terrassen, 2004 (Áustria)

    • Panarroz, 2004 (Espanha)

    • Pegos Claros, 1999 (Portugal)

    • Doña Paula Estate Cabernet Savignon, 2004 (Argentina)

    • Castello de Ama, 2003 (Itália)


    Primeiro vinho e uma agradável fragrância de frutas frescas como pêssego, senti um pouco de pêra, algo cítrico e um toque sutil de mel – sutil no início, pois tornou-se bem intenso no chamado fundo de copo ou aromas que ficam na taça após todo liquido ser consumido – e flores! Belas acácias enfeitaram ainda mais o aroma. Pude perceber, ainda na taça, o gás carbonico da fermentação, evidenciado na boca ao “espetar” a língua.

    Este vinho austríaco Riesling, uma das nobres variedades (castas) brancas, da região de Kamptal cultivado em terraços – por isso seu nome Kamptaler Terrassen ou terraços de Kamptal – mostrou o que se espera de um vinho branco: frescor, leveza, mas surpreendeu ao preencher a boca com seu corpo.

    Da Ástria à Espanha e o interessante Panarroz. 42% Monastrell, uma das castas mais representativas do Mediterrâneo, este vinho da região de Jumilla, mesmo não passando em madeira, apresentou um aroma de caramelo impressionate, especialmente no fundo de copo.

    E o português da noite: Pegos Claros! Saboroso aroma, deliciosa aparência, cor inebriante!
    Produzido exclusivamente com a uva castelão – ou periquita como é mais conhecida desde 1930 por causa da quinta Cova da Periquita –, este vinho surpreende os sentidos: todos! Visualmente belo, de um vermelho rubi escuro com tons alaranjados que denunciam sua idade, aromas que passeam das frutas em copota como framboesa, ameixa à tão presente baunilha da barrica de carvalho português a amêndoa torrada e, ao agitá-lo na taça, os leves aromas de couro e tabaco – não me agradam, mas têm grande significado para um vinho – mostram sua evolução, sua maturidade. Acho que senti a tão falada sensação de maciez redonda na boca. Impecável! Melhor ainda ao saber que custa menos de R$ 50,00! O mais interessante: quanto mais tempo na taça, mais aromas desprendia! Adocicados, saborosos!

    Depois deste belo português, os outros apenas compuseram o cenário da noite. O argentino Doña Paula Estate 100% cabernet savignon com toques de especiarias e um frescor que abria o olfato também marcou; embora, na boca, fosse um tanto “apressado”, pois sua presença desaparecia tão rápido quanto tornava-se presente ao primeiro toque a língua. Um vinho impactante, mas pouco intenso.

    Terminamos a noite com um Chiati Classico maravilhoso, mas o português me encantou e nem mesmo esse excelente Chianti de uma safra atipica me envolveu. Em 2003, devido ao forte calor na Europa, as uvas foram colhidas antes do tempo e poucos conseguiram elaborar bons vinhos. Este surpreende pela qualidade, presença e algumas características nada comuns aos Chianti como teor alcoolico de 14%.

    A degustação mostrou algo muitíssimo interessante: altos preços não são sinonimo de bons vinhos, pois, na minha opinião e de alguns outros, o vinho da noite foi o mais barato entre os apresentados. Sem falar que as notas... Bem, acho que minha inexperiencia tornou-me mais crítica que Robert Parker e Jancis Robinson juntos, pois nenhuma das minhas notas chegaram perto das deles - a mais próxima foi a do "português encantador" avaliado por Jancis Robinson...:D

    Um grande beijo,

    Ahnis Fraga

    Onde encontrar:
    Mistral (Noemia, tel.: 2274 4562) – Riesling Langeloiser, Pegos Claros e Castello de Ama
    Gran Cru (Anna Bosso, tel.: 2511 7045) – Panarroz e Doña Paula Estate

    9 de ago de 2007

    Lançamento dos Vinhos Encostas de Estremoz


    Prezados leitores,

    Deixem seus comentário sobre esse evento, a maravilhosa descrição do mestre Schiffini e o civilizado abraço dos dois presidentes do vinho carioca.

    Um abraço,

    Oscar Daudt

    ABS em Niterói


    INÍCIO DE ATIVIDADES DA ABS RJ EM NITERÓI

    A Associação Brasileira de Sommeliers, seção Rio de Janeiro assinou no dia 07 de Agosto passado um Convênio com o Iate Clube Brasileiro (ICB) referente à implantação da associação em Niterói.

    Estavam presentes na cerimônia de assinatura do Convênio, representando o ICB, o Comodoro Paulo José Pires Jardim e o Diretor Jurídico Ivan Lindenberg Jr. A ABS Rio foi representada pelo seu Presidente Euclides Penedo Borges, pelo Vice-Presidente Paulo Decat, pelo Diretor Ricardo Farias e pelas Conselheiras Maria Helena Tauhata e Ligia Peçanha.

    Com a assinatura do Convênio, a ABS/Rio oferecerá na sede do ICB o Curso Básico de Introdução ao Vinho, o Curso Avançado de Degustação, degustações dirigidas e palestras. Estes cursos serão abertos aos interessados, sócios e não sócios do ICB. O primeiro Curso Básico será oferecido em data a ser oportunamente informada, provavelmente, na terceira semana de Setembro.

    O Curso Básico, composto por seis aulas, uma por semana, aborda temas como: a videira e a uva, fatores de qualidade, elaboração de vinhos brancos e tintos, espumantes e Champagne, serviço de vinhos, carta de vinhos, armazenamento e conservação, etc.

    O Curso Avançado, que será ministrado após o Básico, consiste de sete aulas, uma por semana, onde se ensina de forma prática a análise visual, olfativa e gustativa do vinho, noções de degustação e técnicas de reconhecimento e avaliação.

    Os interessados em realizar o Curso Básico da ABS Niterói (em formação) já podem fazer a inscrição na sede da ABS/Rio ou pelo telefone 2285-0497.

    6 de ago de 2007

    Sorteio do Cordelier Vin de Liqueur


    Prezados ganhadores do sorteio e demais leitores,

    Deixem suas impressões sobre esse delicioso vinho de sobremesa.

    Um abraço,

    Oscar Daudt

    4 de ago de 2007

    Herdade do Pinheiro Tinto


    Prezados leitores,

    O Herdade do Pinheiro Tinto foi o vinho que o Albino levou para nosso grupo de degustação na ABS. É um Alentejo, com corte de Aragonez, Trincadeira e Cabernet Sauvignon com 13% de álcool. Estagia 6 meses em carvalho e 4 meses em garrafa. Não é nenhuma Brastemp, mas todos lá no grupo gostaram muito! É o famoso custo x benefício...

    Eu o comprei na CADEG, semana passada, por R$28,90 e achei que estava fazendo um negócio da China.

    Pois hoje ele está anunciado no Globo, pelo Supermercado Mundial, por R$23,50!

    Vale a pena! (Atenção: a promoção vai até o dia 16/08).

    Oscar Daudt

    3 de ago de 2007

    Degustação dos vinhos de Filipa Pato


    Prezados leitores,

    Deixem seus comentários sobre esse maravilhoso evento.

    Oscar Daudt

    2 de ago de 2007

    Degustação da Adega da Barra na SBAV


    Prezados leitores,

    Deixem seus comentários sobre esse evento e seus vinhos!

    Um abraço,

    Oscar Daudt